Parceria no futebol, um bom jogo?
Todos sabemos que o futebol Brasileiro não passa por um bom momento financeiramente. Muitos clubes precisam negociar seus jogadores para poder fechar o balanço de forma positiva, e dessa maneira fica difícil montar uma equipe com jogadores de qualidade, utilizando apenas o dinheiro arrecadado da vendas de produtos licenciados, com o patrocínio de camisa, com dinheiro de ingressos e com este dinheiro da própria venda dos jogadores, já que cada dia mais fica difícil arcar com os salários exuberantes no futebol, principalmente de atletas que estão na Europa e Japão, ganhando em euros e dólares.
Nesse cenário, algumas equipes optam por formar parcerias com empresas internacionais, para que dessa forma o clube possa montar uma equipe competitiva, divulgar o nome no exterior e captar recursos financeiros para o clube. Mas até que ponto uma parceria dessa pode ser um bom jogo? Desde a era Parmalat, onde o Palmeiras ganhou praticamente todos os títulos mais importantes, nenhum outro clube conseguiu com sucesso repetir o feito do Palmeiras com a Parmalat. O Flamengo fez uma parceria com a empresa suíça ISL, montou um baita elenco, mas e aí? A empresa quebrou e o Flamengo quase foi junto, perdendo direitos sobre os jogadores que a própria ISL comprou, e acabou ficando financeiramente muito mal. O Corinthians, que hoje tem firmado um acordo com a MSI, e diga-se por sinal também não vai lá essas coisas, com brigas políticas e disputa por poder, já teve uma experiência amarga ao firmar uma parceria com o fundo americano de investimentos, a Hicks-Murse, mas qual foi o resultado? A empresa quebrou, e o Corinthians perdeu todos os atletas que a empresa tinha contratado.
Acho que é valido formar parcerias hoje no futebol, até por que está difícil o clube trabalhar sozinho em um esporte que envolve muito dinheiro, mas tem que se ter muito cuidado para que isso não se torne um fator negativo. Não há nada mais valioso para o torcedor que o seu clube, e vender o clube para uma empresa estrangeira, como está acontecendo no Corinthians, onde a MSI detém o maior controle, pode acontecer de no apito final o clube cair diante de seu principal adversário: ele mesmo.
Todos sabemos que o futebol Brasileiro não passa por um bom momento financeiramente. Muitos clubes precisam negociar seus jogadores para poder fechar o balanço de forma positiva, e dessa maneira fica difícil montar uma equipe com jogadores de qualidade, utilizando apenas o dinheiro arrecadado da vendas de produtos licenciados, com o patrocínio de camisa, com dinheiro de ingressos e com este dinheiro da própria venda dos jogadores, já que cada dia mais fica difícil arcar com os salários exuberantes no futebol, principalmente de atletas que estão na Europa e Japão, ganhando em euros e dólares.
Nesse cenário, algumas equipes optam por formar parcerias com empresas internacionais, para que dessa forma o clube possa montar uma equipe competitiva, divulgar o nome no exterior e captar recursos financeiros para o clube. Mas até que ponto uma parceria dessa pode ser um bom jogo? Desde a era Parmalat, onde o Palmeiras ganhou praticamente todos os títulos mais importantes, nenhum outro clube conseguiu com sucesso repetir o feito do Palmeiras com a Parmalat. O Flamengo fez uma parceria com a empresa suíça ISL, montou um baita elenco, mas e aí? A empresa quebrou e o Flamengo quase foi junto, perdendo direitos sobre os jogadores que a própria ISL comprou, e acabou ficando financeiramente muito mal. O Corinthians, que hoje tem firmado um acordo com a MSI, e diga-se por sinal também não vai lá essas coisas, com brigas políticas e disputa por poder, já teve uma experiência amarga ao firmar uma parceria com o fundo americano de investimentos, a Hicks-Murse, mas qual foi o resultado? A empresa quebrou, e o Corinthians perdeu todos os atletas que a empresa tinha contratado.
Acho que é valido formar parcerias hoje no futebol, até por que está difícil o clube trabalhar sozinho em um esporte que envolve muito dinheiro, mas tem que se ter muito cuidado para que isso não se torne um fator negativo. Não há nada mais valioso para o torcedor que o seu clube, e vender o clube para uma empresa estrangeira, como está acontecendo no Corinthians, onde a MSI detém o maior controle, pode acontecer de no apito final o clube cair diante de seu principal adversário: ele mesmo.



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